FELICIDADE X LOUCURA
Se para ser feliz é preciso enlouquecer, eu vou em busca da loucura, como um objeto de constante precisão. Mas para ser louco é preciso abandonar convicções e concepções passadas, Ah! Esqueci! Esqueci! Como poderia esquecer? As malditas convenções! Se eu for feliz, um louco, terei que me acostumar com olhares tortos, com comentários tortos. Então me condenarei a viver em alegria,e vou ser e estar,não porque me é forçado, e sim porque eu gosto, e gosto tanto de celebrar a vida,antes que minha morte chegue sem eu ter a contemplado e realmente vivido,então chame-me de louca, de indiferente, chame-me do que quiser, só não venha dizer que eu não fui feliz. Porque eu FUI, e sempre serei, mesmo quando a minha matéria se extinguir, o meu espírito continuará,continuará vagando procurando em cada a um, a loucura que eu quis que fosse minha, a minha felicidade,a minha arte.Nunca tive vocação para ser normal,para passar despercebida,um universo pensante de carne e osso querendo passar,e quando quero passar SOU DEUS, metam as emoções na gaveta, era assim que Fernando Pessoa queria, para mim ? Tirem as emoções das gavetas, para fora mesmo políticos,literatos e artistas,tirem esse lixo da minha frente! Não tenho vocação para calar-me e dobrar os joelhos disse Gustavo Felicíssimo, e eu não tenho mesmo,por isso me juntei aos loucos, porque para ser feliz,é preciso enlouquecer, para ser feliz,é preciso enlouquecer!
Aponta pra fé e rema ♪
sábado, 2 de outubro de 2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Anja da noite ! Góticos
A MORTE DE UM ANJO
As lágrimas ardem quando caem
Sobre meus pulsos cortados,
Mas eu sinto uma dor diferente,
Por eles vejo toda minha pureza indo embora
Já não basta apenas o vento em minhas asas
Para que eu possa voar
Um impulso! E me atiro do mais alto dos prédios
- minhas asas se despedaçam como vidro ao chão
A cera quente que escorre de meus olhos
Dão uma nova feição ao meu rosto
Desfigurado, diferente de tudo que já fui um dia
Não me reconheço mais
Meu vestido branco rasgado, tingido de sangue
Não diz mais de onde vim
E minha aureola já fôra encontrada,
E penhorada em um banco qualquer
Ajoelhado no chão, vendo meus pedaços por toda a rua
Tento somente a Lua, como testemunha desta dor
Sou imortal e descrente,
Não mais digno de ser um anjo
Rasgando meu peito,
Pra que dele saia todo o amor, toda a maldição
O fim daquilo que eu era,
O começo de uma nova existência, de dor e perdição
Abandono o céu, excomungo a mim mesmo
Me entreguei ao 7º filho de Lúcifer
E desse amor, tive apenas a destruição
E a morte do que fui um dia...
As lágrimas ardem quando caem
Sobre meus pulsos cortados,
Mas eu sinto uma dor diferente,
Por eles vejo toda minha pureza indo embora
Já não basta apenas o vento em minhas asas
Para que eu possa voar
Um impulso! E me atiro do mais alto dos prédios
- minhas asas se despedaçam como vidro ao chão
A cera quente que escorre de meus olhos
Dão uma nova feição ao meu rosto
Desfigurado, diferente de tudo que já fui um dia
Não me reconheço mais
Meu vestido branco rasgado, tingido de sangue
Não diz mais de onde vim
E minha aureola já fôra encontrada,
E penhorada em um banco qualquer
Ajoelhado no chão, vendo meus pedaços por toda a rua
Tento somente a Lua, como testemunha desta dor
Sou imortal e descrente,
Não mais digno de ser um anjo
Rasgando meu peito,
Pra que dele saia todo o amor, toda a maldição
O fim daquilo que eu era,
O começo de uma nova existência, de dor e perdição
Abandono o céu, excomungo a mim mesmo
Me entreguei ao 7º filho de Lúcifer
E desse amor, tive apenas a destruição
E a morte do que fui um dia...
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
domingo, 22 de agosto de 2010
Como disse Cazuza...
"Nunca tive medo de me mostrar. Você pode ficar escondido em casa, protegido pelas paredes. Mas você tá vivo, e essa vida é pra se mostrar. Esse é o meu espetáculo. Só quem se mostra se encontra. Por mais que se perca no caminho."
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Poema dos sentidos
A poesia é o tato é o olfato de quem sabe da função da arte, por isso não me incomoda o que diz o mundo, pois calado não fala de amor aos meus ouvidos e diferente não ouve o que tenho a dizer, cego, não enxerga o que eu quero ver, poesia expressão que deu no peito de Rosa Parks, que se deu na paz de canudos e a resistência do motim quilombola; ela nasce nos montes onde canta os passarinhos, onde cantam as qualidades, onde brotam as águas que saciam a sede da nação, mira esses montes, mira e me diga que tudo é roto,e roto no meu caminho que é sem rota,é prata que penumbra o arco da noite, os deuses caíram senhores,caíram e ainda caem sobre nossas cabeças,ainda nos apontam caminhos encaminháveis que não se encaixam em nossa diapasão, por isso vou me juntar aos loucos não tenho vocação para calar-me e ficar de joelhos,sim para pra ser feliz é preciso enlouquecer, para pra ser feliz é preciso enlouquecer.
A Quoi ÇA Sert L'amour?
Pra que serve o amor?
A gente conta todos os dias
Incessantemente histórias
Sobre a que serve amar?
O amor não se explica
É uma coisa assim
Que vem não se sabe de onde
E te pega de uma vez
Eu, eu escutei dizer
Que o amor faz sofrer
Que o amor faz chorar
Pra que se serve amar?
O amor, serve pra que?
Para nos dar alegria
com lágrimas nos olhos
É uma triste maravilha
No entanto, dizem sempre
Que o amor decepciona
Que há um dos dois
Que nunca está contente
Mesmo quando o perdemos
O amor que conhecemos
Nos deixa um gosto de mel
O amor é eterno
Tudo isso é muito lindo
Mas quando acaba
Não lhe resta nada
Além de uma enorme dor
Tudo agora
Que lhe parece "rasgável"
Amanhã, será para você
Uma lembrança de alegria
Em resumo, eu entendi
Que sem amor na vida
Sem essas alegrias, essas dores
Nós vivemos para nada
Mas sim, me escute
Cada vez mais eu acredito
E eu acreditarei pra sempre
Que é pra isso que serve o amor
Mas você, você é o último
Mas você, você é o primeiro
Antes de você não havia nada
Com você eu estou bem
Era você quem eu queria
Era de você que eu precisava
Eu te amarei pra sempre
E a isso que serve o amor.
A gente conta todos os dias
Incessantemente histórias
Sobre a que serve amar?
O amor não se explica
É uma coisa assim
Que vem não se sabe de onde
E te pega de uma vez
Eu, eu escutei dizer
Que o amor faz sofrer
Que o amor faz chorar
Pra que se serve amar?
O amor, serve pra que?
Para nos dar alegria
com lágrimas nos olhos
É uma triste maravilha
No entanto, dizem sempre
Que o amor decepciona
Que há um dos dois
Que nunca está contente
Mesmo quando o perdemos
O amor que conhecemos
Nos deixa um gosto de mel
O amor é eterno
Tudo isso é muito lindo
Mas quando acaba
Não lhe resta nada
Além de uma enorme dor
Tudo agora
Que lhe parece "rasgável"
Amanhã, será para você
Uma lembrança de alegria
Em resumo, eu entendi
Que sem amor na vida
Sem essas alegrias, essas dores
Nós vivemos para nada
Mas sim, me escute
Cada vez mais eu acredito
E eu acreditarei pra sempre
Que é pra isso que serve o amor
Mas você, você é o último
Mas você, você é o primeiro
Antes de você não havia nada
Com você eu estou bem
Era você quem eu queria
Era de você que eu precisava
Eu te amarei pra sempre
E a isso que serve o amor.
Assinar:
Postagens (Atom)



